Masculin, Masculin

Em Paris, até fevereiro, o Musée D’Orsay expõe pinturas, esculturas, fotografias e vídeos sobre a nudez do corpo masculino. Mais de cem obras de arte em diferentes suportes percorrem a representação do Homem, desde os idos de 1800 até hoje. São 11 espaços temáticos, entre eles, o do Ideal Clássico, o Nú Heróico, o Corpo na Natureza, a Dor, o Espanto Pós Moderno.

A mostra revela desde a representação clássica de São Sebastião, por Guido Reni até o olhar de Zoé Leonard que mostra o homem como objeto de desejo.Lá estão também La Vie Active, escultura em bronze dourado de Arno Breker, Abel caído de Camille Bellanger, óleo sobre tela pintado em 1874.

E ainda: La Douche aprés la Bataille, tela de Alexandre Alexandrovitch. A tela Escola de Platão, óleo de Jean Deville exposta no mesmo ambiente que A Morte de Jacinto – de Jean Broc, David e Jônatas - de Pierre e Gilles, Jasão e Medéia – de Gustave Moreau.

Belo bronze, o Rolando Furioso do escultor francês Dusegnene. Épico, o mármore Mercúrio inventa o Caduceu, do escultor Jean Idrac.

Pioneiro na arte de fotografar Nús Masculinos em plena era vitoriana, o inglês Edward Muybridge, é lembrado com a sequência completa de fotogramas de sua célebre Luta de Homens Nús, feita no século 19.

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