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Brasil compra armas russas por US$ 1 bilhão

Dilma Rousseff decidiu estreitar laços com a Rússia e comprar baterias antiaéreas soviéticas por 1 bilhão de dólares. O fato coincide com a saia justa diplomática pelas recentes revelações de Edward Snowden, sobre espionagem dos EUA contra os interesses do Brasil.

Para tratar da compra do material bélico russo, o ministro de Defesa do Brasil, Celso Amorim, recebeu na semana, em Brasília, seu colega soviético Sergei Shoigu (foto).

Na mesma ocasião, Amorim aventou a possibilidade do Brasil também comprar caças russos Sukhoi T-50 – avião que será produzido com a Índia e já tem cinco protótipos voando, informa Juan Árias, jornalista sênior, correspondente do jornal El País. E ainda afirma:

O Brasil receberia os caças soviéticos de quinta geração para substituir os Mirage 2000 que serão aposentados pela FAB até 2016.Os EUA tem apenas um avião deste tipo, o F-22, considerado invisível ao radar.

Concorrem com os caças russos, aviões já apresentados ao governo brasileiro na gestão Lula: Rafale, da França, Gripen NG da Suécia, F-35 do Canadá, FA18 Super Hornet dos EUA.

Pelo visto, Obama, ao permitir que a NSA/CIA espionasse os emails de Dilma e seus ministros, pode ter perdido um negócio bilionário. A hipótese de compra dos FA18 Super Hornet desvaneceu-se com o cancelamento da visita de estado da presidente Dilma a Washington. Será que as informações estratégicas –espionadas da Petrobrás – sobre o leilão de Libra compensaram os EUA?

Berlim: Obama propõe redução de armas nucleares

As 17.265 armas nucleares que existem neste mundo estão em mãos de oito países: Estados Unidos, Rússia, Reino Unido, França, China, Índia, Paquistão e Israel.

Destas, cerca de 4.400 ogivas sabidamente estão operativas. Informa o SIPRI – Instituto de Investigação para a Paz, com sede em Estocolmo, na Suécia.

Por armas operativas entendem-se aquelas que são cabeças nucleares – bombas – colocadas em mísseis, aviões e navios bombardeiros, submarinos. Das 4.400 armas operativas os EUA são donos de 2.150 e a Rússia de 1800.

Por isso a importância do discurso de Barack Obama hoje em Berlim. O presidente dos EUA propôs um novo acordo bilateral Rússia-EUA para reduzir em um terço os gastos das nações com material bélico, em ato diante do histórico Portão de Brandemburgo.

O monumento prussiano marcou as duas grandes guerras do século 20 e a Guerra Fria. Ali já foi erguido e derrubado o Muro de Berlim, divisor entre o ocidente – dominado pelos EUA – e o oriente – então dominado pela poderosa URSS, da qual a Rússia de Putin é a sucessora.

Ao propor à Rússia a redução em um terço das armas nucleares, Obama não o faz só por pacifismo, ou pela popularidade recentemente perdida, mas sobretudo por economia. Custa muito caro manter o aparato de guerra da OTAN.

Obama chamou Berlim de cidade da esperança, onde a humanidade aprendeu a decidir seu próprio destino.

Merkel, num raro dia ensolarado, estava radiante. Deve ter conseguido lavrar tentos diplomáticos. Os Obamas foram depois recebidos no esplendoroso palácio de Charlottemburg com banquete de estado e brindes de praxe, no caso com vinhos do Rheno.

O presidente dos EUA visitou ainda o presidente alemão Joachim Gauch no palácio de Bellevue, na sua primeira visita oficial à capital alemã. É tradição, desde John Kennedy, os presidentes dos EUA irem à capital alemã falar de liberdade. Não se pode esquecer que a cidade foi ocupada pelas tropas soviéticas e norte-americanas ao final da II Grande Guerra (em 1945).

O impressionante aparato de segurança não conseguiu impedir a manifestação enfurecida das irreverentes ativistas Femen que – nas forma do costume, sem nenhuma censura – pediam a Obama que pare com espionagem em mensagem pintada no dorso nú. Fotos Reuters e Getty Images.

Na casa de um narcotraficante, no México

Impressionante o acervo composto por armas, desde revólveres a metralhadoras, dinheiro, e tudo o mais que uma grande quadrilha de narcotraficantes faz gosto.

A coleção foi encontrada na casa de um grande chefe de quadrilha, que era bastante organizado. As armas de grande calibre e incrustadas em ouro e prata, guardadas em cuidadosas vitrines, sobre finas madeiras, acabamento impecável, iluminadas por refletores. Sob a arma do colecionador, a seguinte explicação: a arma pessoal do narcotraficante vai além de ser sua ferramenta de trabalho. Com ela pretende manifestar o símbolo de seu poder. Então, sua predileção por calibres maiores. A arma do narcotraficante é como uma vitrine, a revelar sua riqueza, através de portentosas incrustações e cravações contidas em seu corpo.

Reparem nas cravações com pedras preciosas e algumas das armas.

Além dos colts, outros tipos de armas e munições mais pesadas, ali foram encontradas.

Além das armas, pilhas, montanhas de dólares, euros e outras procedências de papel moeda, mas sempre em quantidades exorbitantes.

Algumas das notas em dólares, acondicionadas em cofres, armários e malas, bem apertadinhas. E sempre em pacotes.

Sem esquecer dos vários pacotes de todo tipo de narcóticos, sempre acompanhados de  armas espetaculares.

Na mansão do narcotraficante, a piscina para um momento de lazer, até com certo paisagismo. E um amour, de pernas para o alto, harmonizado pelo confortável gazebo, onde não faltaram belos biombos indianos. E uma gruta com estalagtitas.

Além das armas e da vigilância, segura e observadora, a casa era guardada por feras: panteras, tigres e leões.

A polícia armou uma grande fogueira no jardim, onde arderam as drogas encontradas na mansão do narcotraficante. Que acabou preso junto com sua quadrilha. Fotos AFP/EPA Getty Images/Polícia do México. Matéria enviada pelo leitor LCB.

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