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Caviar e Champagne para os Baduy

Belíssima festa a celebração dos 50 anos de casamento dos bons amigos Alice e Roberto Baduy, reuniu 300 convidados da sociedade carioca e paranaense.

 

Os salões decorados com glicínias e orquídeas brancas, criação da promoter Ilze Lambach. Vera Amaral Lupion pessoalmente supervisionou a recepção no Castelo do Batel, em Curitiba.

Padre José Aparecido, reitor do Asilo São Vicente de Paulo, deu a benção ao casal, que renovou seus votos de amor e fidelidade, repetindo a cerimônia de núpcias que lotou a igreja da Candelária, no Rio, em setembro de 1964.

Gastrônomos refinados e apreciadores de bons vinhos, frequentadores assíduos das mesas do Ile e do Business, Alice e Roberto ofereceram aos convidados brindes regados a champagne Veuve Clicquot e vinhos  tintos espanhóis de La Rioja, Marquez de Tomares Crianza. Ali a elegância de Coca Rolim de Moura com Paulo Delavigne , Heloisa e Juliana Lopes, Marta e Marlus Moro, Judy e Jaime Guelman, Odin e Rosarinho Amaral, Manoela Senff Peixoto, Maria Angela Tassi,Cezar Muniz, Rubinho Nasser, Paulo Oscar Mueller, Aguinaldo Rodrigues, Celso Coppio, Leila e Luiz Cezar Buffara, Rafael Greca de Macedo , entre outros convidados.

No menu, blinis de caviar, bruschetta de figos frescos com presunto de Parma, salmon. Pottage de pinhão em cumbuca de pão italiano, camarões grelhados com risoto de limão siciliano, chiffonade de vitela com truffas. Na sobremesa, o requinte de um sorvete de pétalas de rosas, com lascas de folhas de ouro.para acompanhar um chateau velvet.

Os três filhos do casal , Roberto, Ana Paula e Angela  exultaram com a auspiciosa festa.

A lua e o sol no Parque Tanguá

Veja na seção Fotos da Semana, os flagrantes que os mestres fotógrafos Valmir Singh e Orlando Kissner fizeram da lua e o sol resplendendo nos amplos jardins e fontes do Parque Tanguá, obra inesquecível do prefeito engenheiro urbanista Rafael Greca , com o traço do arquiteto Rodolfo Doubek. Os dias ensolarados deste final de inverno e a super lua , com a cheia mais brilhante do ano propiciaram fotos inesquecíveis. Não deixem de clicar.  Leia Mais em Fotos da Semana.

Indústrias deixam o Paraná. Diáspora na CIC

Murmura-se , não sem temor, em Curitiba, que várias grandes empresas estariam deixando suas instalações na CIC – Cidade Industrial de Curitiba. Isto causa apreensão da classe trabalhadora, com manifestações já comandadas pelas centrais sindicais, como esta que se vê na foto.

Primeiro foi a Siemens Enterprise, que trocou nossa capital pela Ucrânia,deixando área fantasma lindeira ao conjunto Oswaldo Cruz II.

A fábrica fechou em setembro de 2013. Desde os idos de 1970/80 a fábrica era uma das mais importantes do Brasil. Hoje tem apenas minúscula representação num escritório da revenda no centro da cidade.

Agora seria a vez da Bosch - fábrica modelo que já teve 3200 funcionários -  reduziu seus colaboradores para 1200 operários, e ameaça novas demissões em massa. Já um alerta nas centrais sindicais.

O privilegiado espaço de inovação e alta tecnologia automotiva,bens de consumo e tecnologia industrial, estaria se retraindo,de mudança para Coréia e Alemanha, ouve-se em escritórios de planejamento, em Curitiba.

Outras fontes – entre elas o jornal O Estado de São Paulo (01/06/2014) - dizem que depois de 40 anos instalada na Cidade Industrial de Curitiba, a Bosch vai encerrar suas atividades, mudando-se para a Índia, sob alegação de absoluta falta de competitividade no mercado nacional e internacional.

Sendo verdade, o que será feito da fábrica a ser abandonada, uma colossal instalação em meio a belíssimo parque (foto)?

Comenta-se também que a Volvo, que iria abrir fábrica de motores, retraiu-se. O novo modelo de motor diesel desenvolvido na fábrica da CIC será fabricado na unidade norte americana, na Carolina do Norte.

Teria também escolhido o caminho da diáspora.

O mesmo Estadão  comenta que para não ter que fechar as portas a Ubner, fabricante paranaense de autopeças, está transferindo suas unidades industriais de Ponta Grossa e Araucária para o Paraguai.

Em Irati fala-se que terá o mesmo destino, a fábrica de chicotes elétricos, lá instalada desde o primeiro governo Lerner.

Enquanto isto, o atual governador,Beto Richa, cândidamente, sorri na televisão, em dourados programas publicitários eleitorais, onde cita todas estas fábricas e muitas outras, como realizações de sua gestão.

Seria isto o que Beto Richa chama de Paraná Competitivo?

Nas estepes, jogos dos Filhos do Vento

A edição 2014 dos World Nomad Games ,nas estepes da Ásia Central, propiciou aos fotógrafos algumas das cenas épicas mais empolgantes e fotogênicas desta era de mídia global em tempo real.

No campo de Yuth os caçadores com águias amestradas combinam os jogos por celular. Velozes arqueiros a cavalo disparam suas flechas. Quantos milênios separam as técnicas ali empregadas?

Aqui as competições que celebram a habilidade dos cavaleiros mongóis em galopar com a garupa em chamas. Ou em incríveis acrobacias a partir das selas, com os cavalos puro sangue em disparada.

Todo o evento, em tendas de refinado acabamento, revestiu-se de alegre atmosfera, ao celebrar tradições culturais com a medição de habilidade dos guerreiros nos várias esportes nômades.

Entre os esportes praticados a caça da noiva. Se ela vence, o cavaleiro recebe vigorosa chicotada. Se ele ganha, ela se deixa beijar…

Encantamento nos figurinos, nos sons dos imensos tambores, nos perfumes exóticos, nos rituais de chá temperado com manteiga, e nas incríveis performances – na sua maioria em dorso de montarias.

As lutas da era de Gêngis Khan parecem renascer ao som dos tambores, o passado trazido pelo vento frio que sopra nas estepes da rota da seda.

Não faltaram toques high tech, com projeções de luz e efeitos halográficos e em luzes led. Mas as raízes foram valorizadas.

A edição 2014 do World Nomade Games, realizada no Kirjistão, contou com destacado apoio dos governos do Cazaqquistão e da Turquia.

Um mundo tão distante de nós, mas ao mesmo tempo tão próximo, se permitirmos que toque nossas almas o vento da imaginação. Aquele que permite aos mortais viver em toda parte.

O candidato que é uma festa

por Valdir Cruz, no blog Notícias Paraná

Com ele não tem tristeza. Onde Rafael Greca, candidato a deputado federal pelo PMDB, chega, tudo vira alegria. A simpatia e a simplicidade deste político encantam adultos e crianças. Greca, nas visitas que faz nos bairros de Curitiba, entra nas casas das pessoas como se fosse um parente que estivesse chegando. Senta à mesa e pede café. Conversa sobre os estudos das crianças, a saúde e o bem viver  dos adultos. Faz observações sobre imagens religiosas e objetos de memória ou decoração.

As pesquisas mostram que Greca, que já foi prefeito, ministro e secretário de Estado, vai sair das urnas com uma grande votação. Mas as pesquisas não medem o carisma e a simpatia dos candidatos. Se medissem, não tinha pra ninguém: Rafael Greca seria o vencedor em todos os quesitos.

Espontâneo e culto, o candidato conhece detalhes da história de Curitiba e do Paraná como nenhum outro. E vai explicando: a formação dos bairros, quem foram os primeiros habitantes o porquê de tal nome na praça, na rua ou do rio. Tudo num linguajar fácil, como se fosse um irmão mais velho e sabido ensinando o mais novo.

Esta simplicidade do Greca também serve para dar um “pito” nas pessoas que não andam na linha. Quando era prefeito, durante uma visita a um bairro, uma senhora reclamou que um córrego fedia cocô. Ele fez um olhar de condenação e disparou: “Rio não faz cocô, minha senhora. Se está fedendo é porque as pessoas não sabem viver em sociedade e jogam seu esgoto no rio em vez de ligar na rede pública de  esgoamento sanitário.

Escultor das raízes do Brasil

Júlio Rondão mestre escultor, vive há 8 anos em Curitiba. Mantém atelier na rua Poeta Bernardo Guimarães,20, no bairro popular Moradias Santa Rita, em Tatuquara.

Júlio Rondão contou ao ex-prefeito Rafael Greca que a Secretaria de Turismo da Prefeitura de Curitiba e a Fundação Cultural de Curitiba , inexplicavelmente , deram ao escultor autorização provisória de apenas 30 dias para expor na Feira do Largo da Ordem – onde sobram produtos semi industrializados, a maioria badulaques chineses…

Apesar da insensibilidade dos donos do poder, vamos aplaudir este escultor inspirado nas raízes do Brasil. Para encomendas ligue 9843-7265. Uma peça média de madeira e barro R$ 300.

Primavera no Pantanal

Maior planície de inundação contínua no mundo, o Pantanal matogrossensse é formado pelas cheias do caudaloso rio Paraguai e seus afluentes. O espaço aéreo é dominado pelo vôo destemido dos tuiuiús, jaburus, garças, araras, periquitos, arajubas e biguás.

Nesta época do ano o buliço dos ninhos prenuncia a estação das chuvas que estão para chegar, com os dias de piracema.O Pantanal possui impressionante diversidade biológica, flora e fauna de raras beleza e exotismo. Tudo banhado pela luz tropical daquela região do Brasil.

Hábitat dos jacarés e capivaras, das onças e das arinanhas, de incrível variedade de pássaros e macacos. São 250 mil quilômetros quadrados de reservas naturais a serem preservadas, entre os estados brasileiros de MT e MS, avançando sobre o Chaco del Paraguai e na parte plana da vizinha Bolívia, nas imediações do porto brasileiro de Corumbá.

Segundo a WWF- World Wildelife Found - no Pantanal vivem 1132 espécies de borboletas, 656 espécies de aves, 122 tipos de mamíferos, 263 diferentes famílias de peixes, e 93 de jacarés e outros répteis.

Na época das grandes chuvas, entre outubro e fevereiro, o Pantanal fica instransitável por terra. No resto do ano o solo, fertilizado pelo húmus fluvial, é de incrível fertilidade.

Para preservar a diversidade biológica dos crescimento predatório do agro negócio, uma parte da região, na divisa entre MS e MT forma o Parque Nacional do Pantanal Matogrossense. A região coincide com a mítica Lagoa de Xaraés, mencionada nos livros dos viajantes missionários dos primórdios do Brasil.

Leia Mais e saiba mais em Viagem.

Armani, a nobreza do escarlate

Ao completar 80 anos, o estilista italiano Giorgio Armani encantou Paris com antológico desfile onde o vermelho carnal, laca e púrpura foi protagonista da celebração de sua vida.

Homenagem à China comunista, neo-capitalista , onde o designer encanta as mulheres mais poderosas da Ásia, clientes fiéis de sua moda.

Alfaiataria impecável, peles sintéticas tingidas, véus de tule com poás de seda aplicada. Fendas, bados, mangas em forma de boca de sino, saias estruturadas.

Além do vermelho, o preto, o branco e estampas gráficas, com uso e abuso das transparências sensuais tão caras aos mistérios do oriente. Luvas, bolsas e sapatos pulseirinha – modelo boneca – de refinada confecção.

O espírito lúdico do tule descontraiu os modelos de noite. Mulheres veladas, reveladas na passarela do octagenário que renasce sempre ao criar a novidade feminina fashion.

Bala de prata? Ou juízo final?

A capa da revista Veja desta semana traz o suposto relato da delação premiada do ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa, que entrega poderosos de Brasília, deputados, senadores, ministros.

Tem a mesma estética, com fundo vermelho – já usada na denúncia de Marcos Valério, do mensalão.

Será que a revelação da testemunha colaboradora do juiz Sérgio Moro muda as eleições deste 2014? Seria a bala de prata capaz de ferir a asa de Dilma Rousseff, impedindo seu vôo à reeleição? Seria capaz de também atingir Marina Silva?

Paulo Roberto Costa, que foi preso duas vezes durante investigação da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, começou a falar na sexta, 29 de agosto, depois de um acordo de delação premiada com a Justiça para diminuir sua pena.

Os depoimentos foram longos, os primeiros de cerca de quatro horas, relata o serviço Broadcast da Agência Estado.

Já homem eficiente na diretoria de Abastecimento e Refino da Petrobrás, entre 2004 e 2012, Paulo Roberto Costa pessoalmente teme se tornar espécie de ‘arquivo vivo’ a ser jurado de eliminação pela morte. Os políticos governistas, em Brasília, estariam em pânico.

O esquema partia de grandes empreiteiras de obras públicas – a maior citada por ele é a Camargo Corrêa – que, para fechar contratos milionários com a Petrobras, transferiam parte do lucro a funcionários da estatal, a partidos da base do governo e a políticos.

Estes, antes de receber, tinham o dinheiro lavado por doleiros como Alberto Youssef.

Por envolver nomes que, na Justiça, teriam foro privilegiado, o assunto passou a ser acompanhado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e pelo Supremo Tribunal Federal (STF), através do ministro Teori Zavatski.

Nas mais de 40 horas de depoimento à Polícia Federal, Paulo Roberto Costa menciona, segundo a revista, governadores, como Sergio Cabral, ex-governador do Rio, Roseana Sarney, atual governadora do Maranhão, e o falecido Eduardo Campos , ex-governador de Pernambuco.

Seis senadores, entre eles Renan Calheiros, presidente do Senado, o ministro Edison Lobão, de Minas e Energia, e pelo menos 25 deputados federais como parte do esquema. Nesta sexta-feira 5, a imprensa divulgou que o número de deputados poderia chegar a 62.

Entre os deputados estão Cândido Vanccarezza (PT-SP) e João Pizzolatti (PP-SC); entre os senadores, Ciro Nogueira (PP-PI) e Romero Jucá (PMDB-RR). O ex-ministro das Cidades e ex-deputado federal Mário Negromonte, do PP, é citado como destinatário da propina.

O texto de Veja compara o esquema atual com o chamado mensalão – “lembrará em muito outro grande escândalo recente da política” – e envolve o ex-presidente Lula, que teria conversas diretas com Paulo Roberto Costa.

PT e PSB, através de seus diretórios nacionais, no dia seguinte da publicação da revista, tentaram desqualificar a reportagem, dizendo que o depoimento foi criptografado e está em segredo de Justiça, logo, a versão dos beneficiados com a corrupção poderia ser falsa.  Ambos os partidos pediram acesso ao teor dos depoimentos, junto ao STF, temendo ficar a mercê de vazamentos. Nitroglicerina pura, capaz de explodir candidaturas.

A patroa da presidenciável

Cresce a lenda de Marina Silva (52). Para desespero dos petistas diante do índices de popularidade da candidata a presidente que alguém já chamou de Lula de saias.

A mídia agora apresenta ao Brasil dona Teresinha Lopes (83), patroa de Marina Silva quando a presidenciável tinha apenas 14 anos. A jovem embarcou num ônibus,percorreu 70 quilômetros do seringal Bagaço até Rio Branco, capital do estado do Acre, para trabalhar como empregada doméstica em casa de família – como se dizia na época.

Casada com o professor Dagmar (falecido), mãe de oito filhos, dona Teresinha soube pela sua cunhada que uma adolescente vinda do seringal procurava trabalho. E acolheu-a.

Durante o ano que passou com a família Lopes, de 1974 a 1975, Marina lavava, passava e cozinhava e montava altares com santinhos de papel, usava cueiro como véu, rezava e sonhava em largar o trabalho de doméstica para ser freira.

Em outubro de 2010, quando abriu seu apartamento em Brasília à imprensa, Marina se emocionou ao falar  sobre como deixou o seringal Bagaço apenas com um saco de pano nas costas e poucas mudas de roupas dentro para começar a sua trajetória como empregada doméstica:

Eu fui fazendo escolhas aparentemente impossíveis. Você me pegou de surpresa ao fazer me lembrar disso e agora eu respondo: valeu a pena ter deixado aquela família, sem conseguir olhar para trás, adiando o choro dentro do ônibus até que ficasse escuro para que eu pudesse chorar e ninguém me visse chorando.

Tudo valeu a pena porque hoje eu posso sorrir e dizer que aquelas lágrimas semearem muita esperança para mim, para minha família e para os ideais nos quais eu acredito – disse.

Dona Terezinha e toda família Lopes declararam que votam em Marina.


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